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Primeiro trimestre
Segundo
trimestre
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Terceiro trimestre
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Parto
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Introdução
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A criança não-nascida com sete semanas (5 semanas depois
da concepção)
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“Há uns anos atrás, ao dar uma anestesia por causa de uma ruptura da trompa de falópio numa gravidez (aos dois meses), deparei-me com o que acreditei ser o ser humano mais pequeno alguma vez visto. O saco embrionário estava intacto e transparente. Dentro do saco estava um minúsculo rapaz humano, nadando
vigorosamente dentro do líquido amniótico, estando agarrado à parede uterina
pelo cordão umbilical. O minúsculo ser humano estava perfeitamente desenvolvido com dedos longos e suaves, pés e unhas. A sua pele era quase transparente e as artérias delicadas e as veias eram proeminentes até ao final dos dedos. O bébé estava perfeitamente vivo e não parecia, de maneira nenhuma, como as fotografias e os desenhos de “embriões” que eu tinha visto. Quando o saco foi aberto, o minúsculo ser humano imediatamente perdeu a
vida e
tomou a forma do que é aceite como a aparência de um embrião nesta fase,
extremidades rombas, etc.
(
Paul E. Rockwell, M.D.)
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0
semanas –
Fertilização: o esperma e o óvulo juntam-se na trompa de falópio para formar um ser humano excepcional (único). Unem-se quarenta e seis cromossomas que pré-determinam tudo sobre as características
físicas de uma pessoa.
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A fotografia à direita é de um óvulo fertilizado, trinta horas depois da concepção. Ampliado aqui, não é maior
que uma cabeça de alfinete. Constantemente
a dividir-se rapidamente, o embrião em desenvolvimento, chama-se nesta
fase
zigoto,
flutua da trompa de falópio em direcção ao útero.
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1
semana –
Uma vez no útero, o embrião
em desenvolvimento chamado
blastocito, procura por um bom local para se implantar, debaixo da superfície do útero. O saco vitelino, que se mostra à esquerda (da página anterior), produz células sanguíneas durante as primeiras semanas de vida. A criança não-nascida tem menos de 0,2 mm de comprimento mas, está a desenvolver-se rapidamente. A coluna vertebral, a espinal medula e o sistema nervoso estão a formar-se. Os rins, o fígado
e os intestinos estão a tomar forma.
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2
semanas –
O embrião produz hormonas que
fazem cessar o ciclo menstrual da mãe.
3
semanas –
O embrião tem o tamanho de uma passa. No vigésimo-primeiro dia (21), o coração minúsculo do embrião começou a bater. O tubo neural alarga-se em três partes, em breve tornando-se um cérebro muito complexo. A placenta começa a funcionar. A espinha e a espinal medula crescem mais rapidamente que o resto do corpo, nesta fase, e dão
a aparência de uma cauda. Isto desaparece à medida que a criança cresce.
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5
semanas –
São visíveis traços faciais, incluindo a boca e a língua. Os olhos têm retina e lentes. O principal sistema muscular está desenvolvido e a criança não-nascida pratica o movimento. A criança tem o seu próprio tipo de sangue, distinto do da mãe. Estas células sanguíneas são agora produzidas pelo fígado em vez do saco
vitelino.
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6
semanas –
A criança não-nascida,
chamada
feto,
nesta fase, tem cerca de 9-14 mm de comprimento. A
pessoa minúscula está protegida pelo saco amniótico, cheio de líquido. Lá dentro, a criança nada e move-se graciosamente. Os braços e as pernas aumentaram de comprimento e podem ver-se os dedos. Os dedos dos pés vão desenvolver-se nos próximos dias. Podem medir-se as ondas cerebrais.
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8
semanas –
O coração está quase completamente desenvolvido e parece-se muitíssimo com o do bébé recém-nascido. Uma entrada no átrio do coração e a presença de uma válvula de circulação desvia grande parte do sangue dos pulmões, dado que o sangue da criança é
oxigenado através da placenta.
Vinte minúsculos dentes de leite estão a formar-se na
mandíbula.
10
semanas –
As cordas vocais estão completas e a criança pode (e fá-lo muitas vezes, diga-se a verdade!) chorar (silenciosamente). O cérebro está completamente formado e a criança pode sentir dor. O feto pode até chuchar o seu polegar. As pálpebras cobrem agora os olhos e manter-se-ão fechadas até ao sétimo mês para
proteger as delicadas fibras nervosas ópticas.
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