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Há razões de carácter demográfico que justifiquem um comportamento matrimonial aberto à vida?
Como anteriormente se referiu, nos países desenvolvidos, e Portugal está neles incluído, existe uma grave implosão demográfica. Como consequência, verifica-se que os actuais índices de fecundidade são inferiores aos necessários para assegurar a renovação
das gerações.
Por isso, nesta nossa área geográfica, um casal que adopta uma opção aberta à vida, isto é, que tenha uma atitude generosa em relação ao número de filhos, está, pelo menos, a contribuir para adiar o grave problema demográfico existente no conjunto dos
países desenvolvidos, e a prestar uma pessoal contribuição para a sua resolução.
(in La reprodución
Humana y su Regulación, de Justo Aznar Lucea e Javier Martínez de Marigorta)
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