Contracepção

Qualificação ética da contracepção de emergência

Quando um acto sexual foi fecundante e se ingere a “pílula do dia seguinte”, e sabemos que esta actua modificando a parede uterina de modo que impeça a implantação do ser humano recém-concebido, podemos deduzir razoavelmente que a gravidez fracassou. A tentativa de alguns de redefinir a gravidez como um processo que começa na nidação ou implantação de um novo ser humano é uma forma de negar sua existência prévia e justificar sua destruição.
A vida começa no momento da fertilização, e qualquer agente químico que actue de tal forma que cause a destruição dessa vida é um fármaco abortivo. A “pílula do dia seguinte”, neste caso, não actua como anticonceptiva mas como abortiva.

Contracepção e aborto

A ideia desenvolvida pelos antinatalistas de que se deve evitar o aborto com o uso de anticonceptivos é uma ideia falsa. Esta é uma estratégia utilizada pelos promotores do aborto para, num primeiro momento, promoverem o uso do sexo livre, resultando na promiscuidade sexual, e, num segundo momento, falar da “gravidez indesejada” e oferecer como […]

A contracepção falhou

Cita também um estudo indicando que “80% das gravidezes indesejadas resultam de uma contracepção falhada” e que “dados do período 1975-91 mostram uma correlação positiva entre o aumento do uso de preservativos na primeira relação e o aumento de concepções entre adolescentes.”

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