Controlo da população

Mais sobre o relatório Kissinger

“O consenso é que os cinco factores seguintes contribuem profundamente para o declínio da fertilidade: educação, principalmente das mulheres; redução da mortalidade infantil; oportunidades para as mulheres no mercado de trabalho; previdência social (a fim de dissipar o conceito de que os filhos são garantia de um futuro económico); e a correlativa igualdade na distribuição da renda e no desenvolvimento rural. Há vários outros factores, apurados em pesquisas, análise histórica e experiência, que também têm efeito na fertilidade, inclusive o adiamento do casamento e pagamentos directos (inclusive financeiros) para os que aceitam o planeamento familiar.” (Página 138)

Educação sexual (entre aspas)

Associam a esses projectos a maciça propaganda do sexo livre, do homossexualismo, da infidelidade conjugal, do aborto, da contracepção etc. veiculada pelos media, TV, rádio, jornais, cinemas e mais recentemente pela Internet. Grande parte dessa propaganda é financiada com recursos dos grupos promotores da “cultura da morte”. Nos chamados “projectos de população” encontramos centenas de milhares de dólares destinados aos meios de comunicação social. A rede Globo, por exemplo, ganhou como prémio 2 medalhas, no Exterior, por ter veiculado em horário nobre novelas com conteúdo que leva àqueles objectivos.

O papel da Unicef

Em 1966, a Unicef gastou cerca de 700,000 dólares em programas de planeamento familiar. Em 1971, 2,4 milhões de dólares e, em 1973, 4,2 milhões de dólares em 30 países.

Com o passar dos anos, aumentou, além disso, a colaboração entre a Unicef e a International Planned Parenthood Federation (IPPF), a associação mais poderosa do mundo na promoção do aborto e da anticoncepção.

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