Eutanásia

Direito a morrer?

Ninguém pode negar aos outros o direito a morrer. Não aprovar a eutanásia é tirar às pessoas a liberdade de serem elas a decidir sobre a sua própria vida. Quem não quiser pedir a eutanásia, por motivos religiosos, não o faça. Mas, por favor, não tire a liberdade aos outros. A lei não pode continuar […]

A medicina paliativa, exercício de ciência e humanidade

Os médicos têm de compreender que o seu primeiro dever ético -o respeito pela vida – se concretiza, antes de mais, no respeito pela vida debilitada. Em toda a medicina, o respeito pela vida está ligado, de forma indissolúvel, à aceitação da sua vulnerabilidade, à fragilidade do homem e à inevitabilidade da sua morte. O médico não tem nada a ver com os sãos e com os fortes, mas com os doentes e com os fracos, com gente que está perdendo o seu vigor físico e as suas faculdades mentais, em suma, com a vida.

A eutanásia não é a garantia de uma morte digna?

Por exemplo, uma organização pró-eutanásia distribuiu um panfleto que explicava como sufocar uma pessoa com um saco de plástico. Muitos dos “sujeitos” – como ele lhes chama – de Jack Kevorkian [o “Doutor Morte”, o mais conhecido activista e praticante da eutanásia americano] foram gaseados até à morte com monóxido de carbono e alguns dos seus corpos foram deixados em carros abandonados em parques de estacionamento.

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