Eutanásia

Eutanásia – insegurança jurídica

Determinar a validade do consentimento do doente, É muito difícil que a lei possa definir claramente o momento em que o doente tem a liberdade e lucidez suficientes para que a sua escolha não seja fruto de influências externas. “No contexto emocional que rodeia a morte – diz Pollard – podem dar-se diferentes graus de medo, ansiedade, confusão mental, paranóia, depressão, coacção ou sentimentos de inutilidade, que a lei não pode detectar, nem muito menos avaliar”.

Precedentes da eutanásia

Se percorrermos com uma visão panorâmica a história da humanidade, podem descobrir-se alguns povos que praticaram diversas formas de eutanásia. O próprio Platão chegou a escrever: “Estabelecerás no Estado uma disciplina e uma jurisprudência que se limite a cuidar dos cidadãos sãos de corpo e de alma; deixar-se-ão morrer aqueles que não sejam sãos de […]

Nazismo e eutanásia

Um caso paradigmático das consequências da mentalidade eutanásica, encontramo-lo na época do nazismo. Os abundantes programas de eutanásia naquela época não foram simples resultado de um fanatismo repentino, mas antes a culminação de um movimento intelectual iniciado nos anos vinte com a publicação de “A destruição da vida destituída de valor”, do psiquiatra Alfred Hoche […]

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