Ideologia do género

Penélope e Ulisses

Elas o que querem é voltar a ser princesas, apreciadas pela sua inacessibilidade, desejadas pelo seu mistério, amadas pela sua aparente fragilidade. Ser tratadas com respeito, cortesia, afecto e suavidade. Com aquilo que a sua feminilidade exige. Isso ajuda-as a elevar a auto-estima e a superar metas pessoais.

Eles o que querem é voltar a ser heróis, valorizados por superarem obstáculos, lutarem sem desfalecer por aquilo que vale a pena, competirem pelo que amam… e ganharem.

Temos ideologia

A filosofia do género é uma antropologia de raízes marxistas e freudianas que, inspirada num feroz materialismo pansexualista, pretende libertar o homem e a mulher de qualquer exercício da sexualidade que leve consigo responsabilidade.

Segundo essa filosofia, o sexo deve ser reconstruído como género, ou seja: cada pessoa escolherá livremente se deseja ser homem ou mulher, hetero ou homo ou transexual. Esta é a verdadeira liberdade.

Alfred Kinsey – o pai da revolução sexual

A tese de Kinsey põe todos os actos sexuais ao mesmo nível moral, social e biológico, dentro ou fora do casamento, entre pares do mesmo sexo ou de sexo diferente, com crianças e até com animais. Mas, embora pareça incrível, isto ainda não é tudo.

Kinsey defendeu, com a sua investigação, que todos os comportamentos sexuais que se consideravam desviantes eram normais e, em particular, que o comportamento exclusivamente heterossexual era anormal e fruto de inibições culturais e condicionamentos sociais.

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